O estudo da Confederação Nacional dos Municípios mostra que o tarifaço ampliou a desigualdade entre os municípios, com cidades dependentes de poucos setores exportadores enfrentando perdas concentradas, sobretudo na área de emprego, renda e atividade econômica, enquanto cidades mais diversificadas tendem a dispor de mais alternativas para absorver o choque. O tamanho do impacto fiscal precisa ser medido separadamente das perdas comerciais.

