A agência Reuters reportou que a disseminação de desinformação representa uma ameaça aos profissionais de saúde no leste do Congo. Vários deles foram mortos após serem acusados de espalhar uma doença imaginária que causava atrofia nos órgãos genitais masculinos. Os ataques a profissionais de saúde visam hospitais, veículos e equipes envolvidas na resposta ao ebola.

