O programa discute a disputa pela memória em países como Chile e Argentina, onde há uma preocupação com o revanchismo militar e a construção de uma memória traumática. Há questionamentos sobre a ausência de espaços de memória no Brasil e a dificuldade em tomar partido em relação a eventos históricos como o golpe de 1964. A discussão se estende à importância de se evitar a repetição de erros e de se manter um olhar crítico sobre o passado.

