O debate se concentrou na questão da segurança pública, especialmente em relação à Baixada Santista e à presença de organizações criminosas. A importância de investimentos em tecnologia para combater o crime organizado, incluindo drones subaquáticos e scanners em portos, foi enfatizada. A necessidade de fiscalização intensiva e o impacto financeiro do tráfico de cocaína no Porto de Santos (estimado em bilhões de dólares por mês) foram destacados como prioridades.

