O ministro Maílson de Nóbrega discute a questão das taxas de juros, ressaltando que a redução da taxa não depende exclusivamente do governo, mas do Banco Central. Sugere que o Banco Central poderia definir uma meta de 5%, semelhante ao plano real, mas alerta que essa meta não resolve o problema da instabilidade fiscal, que é a principal causa das altas taxas de juros.

