O ex-presidente Lula provocou a quebra de sigilo, enquanto o filho, Flávio, ampliou a questão para os aliados de Lula. O TSE já declarou que não cabe a eles quebrar o sigilo. Há uma percepção de que as ações não trarão consequências eleitorais, gerando uma 'pegadinha' para o Flávio, que não espera resultados positivos. A expectativa é que, na segunda-feira, a situação se encerre, mas a questão da eleição se mantém em foco, com preocupações sobre a saída de decisões de apuração e a continuidade de denúncias, sem impacto no eleitorado, que se acostumou com a corrupção.

