A disputa pela memória da ditadura militar no Brasil e em outros países da América Latina intensifica-se. A Comissão da Verdade no Brasil gerou descontentamento entre os militares, enquanto a população não consegue construir uma memória traumática consistente. Em 2026, os argumentos que deveriam ter sido combatidos ainda são defendidos. A eleição de presidentes de ultradireita no Chile e Argentina evidencia uma resistência à lembrança dos horrores do passado. A disputa pela memória é considerada crucial no continente.

