A disputa pelo sigilo bancário de Flávio Bolsonaro e de seus familiares ocorre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O presidente Lula solicitou a quebra do sigilo fiscal desde 2003, além dos irmãos, esposa e empresas ligadas ao senador, enquanto o coordenador de campanha de Lula, Camilo Santana, apresentou 19 itens solicitados pelo candidato.

