A dívida bruta brasileira atingiu 75% do Produto Interno Bruto (PIB) em quatro anos, durante o governo da Dilma Rousseff. Esse crescimento ocorreu devido à alta taxa de juros, que alcançou 10%, e à política de gastos públicos. O crescimento econômico de 2014 foi de apenas 0,5%. Em 2018, a situação se agravou, com a dívida saltando para 82% do PIB. Apesar das eleições e da Selic em 13,75%, o país não conseguiu estabelecer um crescimento econômico consistente por três anos.

