Em uma entrevista de dois anos atrás, a Simone Tebet, ministra do Planejamento, chegou a dizer que o arcabouço fiscal, da forma como está posto, não tem condições de viabilizar-se considerando a trajetória da dívida até 2030, mas muito a partir de 2027. O ajuste será uma imposição dos fatos, independente do resultado das urnas.

