O futuro das relações comerciais brasileiras com a China depende em grande parte da orientação política do governo brasileiro, com o presidente Lula buscando manter o atual cenário e Flávio Bolsonaro defendendo uma postura mais alinhada com os Estados Unidos. Essa divergência pode afetar os níveis de investimento da China no Brasil, bem como a adoção de tecnologias chinesas. A proximidade com os Estados Unidos pode abrir espaço para novos investimentos, mas também pode gerar tensões geopolíticas, especialmente no que tange à tecnologia e à segurança. O Itamaraty terá um papel crucial na navegação entre esses blocos internacionais, buscando garantir os interesses do Brasil.

