A família Bolsonaro enfrenta desafios na definição de candidatos para futuras eleições. Michelle Bolsonaro, que não é parente sanguínea, é vista como próxima do ex-deputado Valdemar e pode ter um papel na campanha de 2030. O Tarcísio D’Alencar é visto com desconfiança pela família, devido à possível volta ao mercado financeiro. A nova geração, liderada por Nicolás, é vista como parasita do bolsonarismo. A família não tem um candidato presidente a tempo, e o Tarcísio é considerado muito vinculado ao bolsonarismo, o que dificulta sua aceitação. A família prefere um projeto renovado, com autogestão e lideranças inovadoras, evitando moldar-se a modelos políticos antigos.

