A transcrição analisa a crítica de Lenin e Engels ao ‘fetiche’ pelo Estado, argumentando que a crença de que o Estado pode desaparecer espontaneamente após uma revolução é utópica e anti-marxista. A transcrição defende que o Estado só pode perder sua relevância quando a sociedade tiver construído relações sociais e econômicas que o tornem obsoleto, um processo que leva décadas. Essa visão se opõe à ideia de que o Estado pode ser simplesmente abolido em um primeiro ato revolucionário.

