Flávio Bolsonaro defendeu a privatização da Petrobras, argumentando que isso levaria a um aumento no preço da gasolina. Ele também homenageou duas vezes um líder de milícia armada, além de negociar emendas com um miliciano condenado no caso Marielle Franco. A declaração do ministro alimenta especulações sobre seu envolvimento em esquemas de corrupção, incluindo o Banco Master e a lavagem de dinheiro, e o roubo da ilha de Richardson.

