O Supremo Tribunal Federal proibiu o governo de Goiás de contratar vigilantes temporários para a função de Polícia Penal após o que foi determinado por um voto do relator ministro Nunes Marques. A decisão é resultado de uma ação da Associação dos Policiais Penais do Brasil contra uma lei estadual e decreto que permitiam a contratação temporária de pessoal.

