Um homem expressou sentimentos intensos de saudade, acompanhados pelo consumo de Campari. Ele descreveu a saudade como similar ao latido incessante de um cachorro vizinho e relacionou o líquido vermelho a um beijo que não é doce. O relato culminou em um estado de choro e consumo contínuo do Campari. O indivíduo também mencionou a necessidade de acender luzes para a pessoa que aguarda.

