Em outubro de 2022, um avião executivo levou quase nove horas para ser retirado de Congonhas, gerando um cancelamento cascata de pelo menos 140 voos em todo o país. A demora se deveu à necessidade de negociação urgente com companhias aéreas para disponibilizar equipamentos para retirar a aeronave, o que podia prolongar a interdição da pista e afetar voos comerciais. A ANAC optou por uma exigência preventiva, exigindo a contratação antecipada de empresas de apoio para jatinhos em Congonhas.

