Em 2022, houve uma acusação de interferência de dois ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em redes sociais, com o objetivo de favorecer o Partido dos Trabalhadores (PT). A situação se agravou com a remoção de vários perfis de direita que apoiavam Flávio Bolsonaro, incluindo a conta do próprio Flávio. A alegação é que houve um esforço para censurar conteúdos e informações, criando uma disparidade de tratamento entre diferentes partidos políticos. O caso envolveu até a colaboração suposta entre o departamento de marketing e jurídico do Twitter e o chamado "Deep State" norte-americano. A Meta confessou a prática, mas atribuiu a um problema técnico.

