O programa discutiu o protagonismo do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições, especialmente no segundo turno, onde houve uma série de liminares e disputas. Analistas criticaram a interferência das cortes na política, mencionando o caso do candidato inabilitado no Rio de Janeiro e a demora em tomar decisões. A comparação foi feita com o filósofo François Guizot, que alertava sobre a saída da justiça quando a política entra nos tribunais.

