Flávio Bolsonaro está sob investigação da Polícia Federal (PF) devido a documentos que indicam uma possível relação além da amizade com o advogado Sergio Machado. A PF identificou viagens internacionais custeadas por empresas ligadas a Machado e outros registros que sugerem uma conexão financeira. A investigação ganhou força após a descoberta de pagamentos de voos de Flávio na Europa em 2025, por uma empresa ligada a Wheeler Tomás. O advogado nega a participação e afirma que as viagens foram passeios particulares entre amigos. A Rede Loto, controlada pela Igreja Catedral, também está envolvida no caso, com despesas de viagem pagas por Wheeler Tomás enquanto comandava a Loterge.

