A investigação do Caso Master revelou a compra de influência por figuras-chave, com propinas desviadas de fundos de pensão, que investiam em papéis do Banco Master. A propina evoluiu de 1% para 10%, evidenciando a magnitude da corrupção.
A investigação do Caso Master revelou a compra de influência por figuras-chave, com propinas desviadas de fundos de pensão, que investiam em papéis do Banco Master. A propina evoluiu de 1% para 10%, evidenciando a magnitude da corrupção.