A marcação de munição das forças de segurança foi crucial para identificar os responsáveis por chacinas e execuções que afetaram pelo menos 83 pessoas no Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Pará nos últimos 15 anos. As investigações iniciadas com o rastreamento dos cartuchos resultaram na condenação de 22 policiais militares. Em 2019, um projeto de lei que visava abolir a marcação de munição foi aprovado na Câmara, sendo proposto pelo governo Bolsonaro.

