O ministro Alexandre de Moraes do STF tomou medidas contra o advogado Willer Tomás no inquérito que apura suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado, empresas ligadas a ele e Flávio Bolsonaro. O caso foi distribuído a Moraes em 19 de outubro. Willer já foi alvo de busca e apreensão em agosto, autorizada pelo ministro Mendonça. Flávio viajou para os Estados Unidos em agosto, buscando evitar a destruição de provas. Moraes determinou o bloqueio de até 6 bilhões de reais, incluindo bens móveis, imóveis, aviões e barcos, e a quebra dos sigilos bancário, fiscal e cambial. Os bancos devem fornecer todos os dados de Willer. O bloqueio foi determinado por Mendonça e não por Moraes.

