Mais de um milhão de carteirinhas são distribuídas anualmente. O valor investido em movimentos estudantis atinge cerca de R$ 45 milhões por ano, financiando manifestações e agendas políticas. A origem desse financiamento é controversa, com críticas sobre a influência desses movimentos em pautas não relacionadas à educação. O debate se intensifica com a alegação de que esses movimentos exercem uma 'massa de manobra' prolongada.

