Rafael Prudente propõe a isenção do imposto de renda a servidores públicos com doenças graves que continuam trabalhando após cumprirem os requisitos para se aposentar. A proteção fiscal passaria a valer também para os funcionários ativos que recebem um abono de permanência, acreditando que continuar trabalhando não diminui os custos nem a gravidade dos tratamentos de saúde de quem enfrenta uma enfermidade grave.

