O acirramento das disputas eleitorais, exemplificado pela ‘guerra de liminares’ entre ministros do TSE e STF, e a judicialização de posts nas redes sociais, evidenciam desafios à imparcialidade do judiciário. A falta de estrutura e prazos curtos no Código Eleitoral geram divergências e decisões individuais, o que se agrava com a idade do código e o regime autoritário em que foi criado. A necessidade de reforma do sistema eleitoral brasileiro é urgente, refletindo-se também em outros países, como nos Estados Unidos, onde Donald Trump busca limitar o sistema eleitoral.

