Juristas especialistas alertam que a decisão de Cristiano Zanin de postergar o horário de votação para as 19 horas pode ter infringido princípios básicos como equidade e isonomia, além de causar insegurança jurídica. A decisão foi tomada após o horário de fechamento das urnas eletrônicas e pode ter comprometido a regularidade do procedimento eleitoral, ao impedir que eleitores realizassem o voto após as 5 horas. Alguns juristas defendem a análise de três perspectivas: a igualdade entre os eleitores, a competência das instituições e os requisitos legais para uma eventual anulação do pleno.

