O economista discute a justiça na distribuição dos benefícios do Bolsa Família, argumentando que a regra é para quem a cumpre e não para quem não a cumpre. Ele considera a situação econômica e o endividamento como fatores que justificam a ajuda social, ressaltando a importância de oferecer apoio àqueles que necessitam, mesmo que não tenham cumprido todas as exigências. A antecipação do pagamento do Bolsa Família pela campanha Lula é vista como uma medida de transição, prolongando um programa já existente, originado em parte da iniciativa de Ruth Cardoso.

