A semana foi favorável a Lula, em parte, devido à antecipação do pagamento do Bolsa Família e à polêmica envolvendo a assessora econômica de Flávio Bolsonaro, que gerou a impressão de que o programa poderia ser interrompido após dois anos. Apesar de ser uma questão já existente, a declaração causou desconfiança e permitiu que a campanha de Lula melhorasse sua posição em relação a Flávio. A disputa entre os dois candidatos diminuiu, reduzindo a vantagem que Flávio tinha no primeiro turno, apesar de ainda se manter à frente.

