O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o decreto do governo Bolsonaro que permitia a separação de crianças com deficiência nas escolas. Lula argumentou que a medida, revertida após sua iniciativa, é um tratamento de extrema importância e que o presidente Bolsonaro tentava fazer um aceno político com essa proposta. A fala de Lula gerou indignação e foi vista como uma tentativa de angarear votos com mães atípicas, que perderam o direito ao LOAS (BPC) sob o governo anterior. O episódio também envolveu a menção a propostas controversas, como o uso de eletrochoques em pessoas autistas.

