Durante uma entrevista, o presidente Lula e seu interlocutor discutiram a possibilidade de reformas fiscais duras para 2027, considerando o elevado endividamento público (83% do PIB) e os gastos de 300 bilhões de reais. O debate incluiu a comparação entre diferentes fases do governo Lula, avaliando se o país seguirá o modelo do seu primeiro mandato ou se haverá um protagonismo maior do Estado e expansão fiscal.

