O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o então candidato Jair Bolsonaro chegaram a um acordo para a abertura de sigilos bancário, fiscal e telefônico de ambos os candidatos. A campanha de Lula concordou em atender às exigências de Bolsonaro, incluindo a abertura de sigilos dos últimos 20 anos, além de empresas ligadas a figuras como Fábio Luiz (Lulinha), Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola) e Frei Chico. As condições também abrangem gastos do cartão corporativo da presidência, agenda de Janja e registros de visitantes do Planalto.

