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Lula e Bolsonaro concordam com quebra de sigilos bancários e telefônicos

Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro concordaram com a quebra imediata e total dos sigilos bancário, fiscal e telefônico, incluindo as relações com Daniel Vorcaro e com a Alcazar Holding, que é empresa de Willer Tomás. A Polícia Federal investiga a relação entre os dois e a suposta prática de lavagem de dinheiro. O acordo deve ser aprovado pelo ministro André Mendonça do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O coordenador da campanha de Lula, Camilo Santana, defendeu que a quebra dos sigilos deve ocorrer antes do início das eleições. A equipe de Flávio Bolsonaro adiantou um aditamento manuscrito para esclarecer que o acordo não implica reconhecimento de propriedade sobre contas ou empresas de terceiros. Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, será responsável por analisar a quebra de sigilo de Lula. Se Mendonça autorizar, o Banco Central e outras instituições serão notificados a abrirem os dados.