Os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro chegaram a um acordo para permitir a abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico durante o período eleitoral. O acordo prevê também a divulgação de informações sobre familiares e empresas ligadas aos candidatos. O ponto foi incluído no entendimento após novas negociações e a equipe de Lula reforçou que aceitava as exigências, mas defendeu que a abertura também incluísse dados de uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz, apontado como próximo de Flávio Bolsonaro e suspeito de irregularidades que ele nega.

