O presidente Lula terá dificuldades na área econômica e fiscal, com o mercado apresentando sinais negativos e a previsão de um cenário desafiador. O Flávio Bolsonaro pretende liderar a oposição, utilizando o material político gerado pelas indagações e os resultados das eleições. O coordenador da campanha de Lula em São Paulo, Marco Aurélio de Carvalho, reconheceu os desafios no Congresso, defendendo a construção de uma base coesa para aprovar reformas. A política fiscal é um desafio para o governo Lula, que herdou uma dívida elevada e enfrenta resistência no Congresso, especialmente devido à ampliação da bancada do PL. A possibilidade de indicar ministros ao STF também será debatida, com a indicação anterior de Jorge Messias sendo rejeitada pelo Senado.

