Luiz Inácio Lula da Silva exigiu que o ex-diretor da Globo, Flávio Bolsonaro, abrisse o sigilo de seus assessores, incluindo o assessor de pessoal Marcola, e de suas contas bancárias, citando a necessidade de compará-las com informações obtidas na Operação Lava Jato. A pressão do presidente ocorre após a condenação por ter utilizado um sítio em Atibaia e um triplex no Guarujá, ambos ligados a terceiros. A exigência totalizou diversas demandas, incluindo o acesso à agenda da esposa, Janja, visitas ao Palácio do Planalto e viagens em aeronaves da Força Aérea Brasileira, além do acesso ao cartão corporativo do presidente.

