O mercado financeiro reage de forma inesperada à vitória de Lula, com investidores inicialmente pessimistas em relação a propostas econômicas vagas e promessas de redução de impostos. A expectativa era que o Flávio Bolsonaro tivesse maior apoio, mas pesquisas indicavam uma forte preferência por Lula na reta final da campanha. A queda nas bolsas de valores e a queda do dólar refletem a incerteza gerada pela mudança no governo e a necessidade do mercado se adaptar a novas perspectivas. A sinalização do Lula em incluir o Alckmin na equipe econômica e a manutenção da autonomia do Banco Central são fatores que podem influenciar a estabilidade do mercado. O cenário externo, com conflitos internacionais e a eleição nos EUA, ainda adiciona um elemento de incerteza.

