A campanha do ex-presidente Lula acusou a Meta, proprietária do Instagram, Facebook e WhatsApp, de entregar menos conteúdos de sua candidatura em comparação com a de outros candidatos. A Meta negou ter feito qualquer favorecimento, admitindo, no entanto, três falhas no sistema de contagem de visualizações e gerenciamento de anúncios, incluindo uma desativação acidental da conta de anúncios da campanha e um erro mundial na contagem de visualizações em outubro. O Conselho de Supervisão da Meta considerou excessivas as regras antifraude aplicadas à conta da campanha, e o TSE determinou que a empresa comprove que trata as duas campanhas da mesma forma, com multa de um milhão de reais por dia. A situação levanta questionamentos sobre o impacto de sistemas de gerenciamento informacional na lisura da democracia brasileira.

