A Meta foi alvo de ações judiciais e acusações de favorecimento da campanha de Flávio Bolsonaro em detrimento da campanha de Lula nas redes sociais. O Conselho de Supervisão da BICTEC apontou falhas de transparência na moderação de conteúdos políticos durante a disputa presidencial e cobrou indicadores públicos para avaliar a eficácia da fiscalização eleitoral. Uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) questiona o tratamento desigual entre os candidatos nas plataformas digitais, com o objetivo de garantir transparência e igualdade nas candidaturas. A Meta foi intimada a apresentar informações sobre a distribuição de conteúdos políticos e a veiculação de anúncios eleitorais.

