A Meta, empresa dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, enfrentou acusações de favorecimento a um candidato durante as eleições. A empresa admitiu três falhas: desativação acidental da conta de anúncios do candidato, erro na contagem de visualizações e problemas no gerenciamento de anúncios. O Conselho de Supervisão da Meta também apontou que as regras antifraude aplicadas à conta foram excessivas, levando o TSE a mandar a empresa provar que trata as duas campanhas da mesma forma, com multa de um milhão de reais por dia. A questão levanta debates sobre o impacto das ferramentas digitais na decisão eleitoral e a necessidade de regulamentação e transparência.

