A Meta, empresa responsável pelo Instagram, está conduzindo uma revisão humana do vídeo que expôs a possível atuação de Flávio Bolsonaro como funcionário fantasma no gabinete do pai aos 19 anos. A decisão ocorreu em resposta a um pedido da campanha do presidente Lula, visto como favorável à oposição. A Meta alega que o vídeo foi removido devido às regras eleitorais que se aplicam a conteúdos gerados por inteligência artificial. No entanto, a equipe de produção do vídeo nega o uso dessa tecnologia, afirmando que utilizaram apenas imagens licenciadas. A revisão da Meta deverá determinar se houve alguma irregularidade.

