A Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, recebeu um prazo da Justiça Eleitoral para explicar o funcionamento de um canal de apoio ao presidente Lula. A decisão, solicitada pelo senador Flávio Bolsonaro, visa obter informações sobre o plano de conformidade da empresa com o TSE, que inclui a verificação de fatos, padrões de engajamento e possíveis amplificações artificiais. O TSE determinou que o Google identifique a amplificação coordenada de termos e hashtags e suspendeu o funcionamento do canal, condicionando o retorno ao registro formal na Justiça Eleitoral.

