A plataforma Meta removeu um vídeo do MC Cabelinho que o acusava de ter sido um "funcionário fantasma" no gabinete de Jair Bolsonaro quando tinha 19 anos. O vídeo fazia um paralelo entre a trajetória do cantor e a de pessoas que lutam para pagar as contas. A Meta justificou a remoção com base nas regras eleitorais para conteúdos gerados por inteligência artificial. Outros veículos de comunicação, como o Revelando e o G1, também compartilharam a notícia, gerando críticas à decisão da Meta. A decisão ocorreu dois dias após a Meta responder ao Tribunal Superior Eleitoral sobre as medidas para garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e na veiculação de anúncios eleitorais.

