Flávio Bolsonaro negociava a liberação de emendas com um miliciano condenado no caso Marielle Franco, e defendia a milícia, alegando que não se pode estigmatizar a instituição. Ele fazia parte de um esquema de exploração de serviços como segurança, gás, TV a cabo e telefonia, extorquindo o dinheiro dos moradores.

