O Ministério Público Eleitoral defendeu a extinção de um processo que buscava compelir o Tribunal Superior Eleitoral a regularizar a liberação dos sigilos bancário e fiscal dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. A Procuradoria Geral Eleitoral argumentou que não havia elementos suficientes para justificar a intervenção da justiça eleitoral e que a responsabilidade pela divulgação dos sigilos cabia aos próprios candidatos. O ministro relator, André Mendonça, já havia enfatizado que essa responsabilidade era dos candidatos e rejeitou o pedido para que o TSS atuasse como árbitro no caso.

