A ministra Estela Aranha determinou que a Rede Globo retirasse o púlpito com o nome do presidente Lula nas eleições, considerando a ação como uma violação de regras privadas estabelecidas em coordenação de debates. Essa decisão ocorre em um contexto de tribunais e STF, frequentemente agindo de forma hipotética e necessitando de provocação para corrigir irregularidades. A manifestação da ministra e do TSE/STF ganha relevância no cenário político, especialmente com a lamentação da ausência de propostas e políticas públicas durante o processo eleitoral. A situação expõe vulnerabilidades no sistema eleitoral brasileiro, marcado por um endividamento elevado do país e pela falta de governabilidade.

