O Ministério Público Eleitoral avaliou que a Meta descumpriu parcialmente determinação do TSE para garantir a isonomia na campanha, apontando a aplicação parcial da exigência de revisão humana antes da imposição de restrições às contas de publicidade eleitoral. A Meta respondeu ao ministro do TSE, afirmando garantir tratamento igualitário e não discriminatório para as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro.

