O ministro Cássio Nunes Marques foi criticado por autorizar a quebra de sigilos bancários e telefônicos, incluindo o do ex-presidente Lula e do filho, Flávio Bolsonaro. A autorização permite o acesso a dados como registros de chamadas, extratos bancários e informações sobre contas conjuntas, como se fossem investigações sobre crimes. O processo de solicitação de autorização é complexo, exigindo a determinação do juiz em casos de CPIs, investigações ou pedidos da procuradoria, mas não por qualquer juiz da justiça, sem uma ação em tramitação. A autorização leva à busca de ativos bancários, incluindo informações sobre o uso de cartões de crédito e investimentos, a fim de identificar possíveis recursos ilícitos. O debate central é sobre os limites da quebra de sigilo e a necessidade de autorização judicial rigorosa para proteger a privacidade individual.

