Uma mulher de Bahia, Marlene dos Santos, passou por dois abortos espontâneos entre 2008 e 2010, o que a levou a uma depressão emocional e ao uso de antidepressivos. Em 2011, foi diagnosticada com uma doença uterina que simulava uma gravidez, necessitando de curetagem. Apesar das dificuldades, conseguiu um emprego e reduziu a medicação. Em 2013, engravidou e, apesar do risco, deu à luz ao filho, que enfrentou complicações respiratórias e precisou de UTI neonatal e transfusão sanguínea, sendo posteriormente desfeita.

