Um especialista em neurociência explicou como o funcionamento do cérebro pode ser aplicado à gestão e liderança. Ele diferenciou entre o sistema límbico (responsável pelas emoções e reações instintivas) e o neocórtex (responsável pelo raciocínio e tomada de decisões conscientes). O especialista ressaltou que líderes precisam identificar gatilhos emocionais, regular as emoções e entender o comportamento dos liderados, diferenciando as respostas primitivas (lutar, fugir ou congelar) das ameaças emocionais, como um chefe mal encarado. Ele também sugeriu que líderes devem criar oportunidades para que as pessoas aprendam fazendo, aceitando erros como parte do processo e incentivando o trabalho em grupo, reconhecendo a importância das emoções e do desafio no aprendizado.

